Meta é colocar cabines de cobrança nas pistas centrais, na altura de Osasco, onde já existem os pedágios das marginais. Com isso, rodovia deixará de ter acesso livre em seu trecho inicial
Guilherme Lisboa
O projeto de expansão da cobrança de pedágio na rodovia Castelo Branco para todas as pistas, que está em análise desde março pela Secretaria Estadual de Transportes, e que foi “engavetado” no mês passado após o anúncio da transferência de novo pacote de rodovias para a iniciativa privada, retorna à pauta de discussão do Governo no próximo mês, e a cobrança pode ter início ainda este ano.
A Artesp (Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo), órgão vinculado à secretaria, já definiu o dia em que será batido o martelo das novas concessões: 29 de outubro. Após o leilão, que acontece das 8h30 às 16h, a agência demora cerca de 30 dias para assinar os contratos de concessão. Segundo a Artesp, após o encerramento do processo de transferência da administração das rodovias estaduais para o setor privado, a implantação do pedágio estendido na Castelo vai sair do papel, o que só não aconteceu nos últimos meses porque a prioridade de trabalho do Governo, por enquanto, é executar as novas concessões.
Com isso, a cobrança na Castelo, que hoje é realizada nas marginais da rodovia que ligam a Capital à Alphaville, com praças de cobrança na altura de Osasco (sentido Interior) e em Barueri (sentido Capital), será implantada também nas pistas centrais.
O motorista que trafega pelas marginais paga hoje R$ 5,60 de pedágio. Com a ampliação, de acordo com a proposta original, feita pela Artesp e pela ViaOeste (concessionária das rodovias Castelo Branco e Raposo Tavares), em todas as pistas a tarifa passaria a ser de R$ 2,50, sendo que as cabines das pistas centrais seriam construídas na altura de Osasco. O pedágio cobrado atualmente na altura de Itapevi, de R$ 9,60, também seria revisto e cobrado proporcionalmente às outras praças.
Versão resumida de matéria publicada no Diário da Região em 23/10/08. Leia na íntegra: http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=27008&search=pedágio%20guilherme%20lisboa
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Governo adia novos pedágios da Castelo
Após 7 meses em análise, projeto para ampliação da cobrança foi "engavetado" pelo Governo. Prioridade é concessão de 5 novos lotes de estradas estaduais à iniciativa privada
Guilherme Lisboa
Desde março, motoristas de Osasco têm acompanhado com ansiedade a resposta do Governo do Estado sobre o projeto que prevê a extensão da cobrança de pedágio na rodovia Castelo Branco para o município. Após sete meses em análise, o projeto foi deixado de lado pela Secretaria Estadual de Transportes, que atualmente tem como prioridade o plano de concessão de novos lotes rodoviários à iniciativa privada.
Segundo a Artesp (Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo), órgão vinculado à Secretaria, enquanto não for concluída a nova rodada de concessões o projeto deve continuar fora da pauta de trabalho do Governo, tanto sobre a cobrança da tarifa quanto sobre a execução das obras no Cebolão.
A projeto é uma proposta conjunta entre a Artesp e a ViaOeste, concessionária das rodovias Castelo Branco e Raposo Tavares. Hoje, os motoristas pagam pedágio de R$ 5,60 ao passar pelas marginais da Castelo que ligam a Capital à Alphaville, e têm praças de cobrança em Osasco (sentido Interior) e em Barueri (sentido Capital). Com a aprovação da extensão da cobrança, serão instaladas cabines também nas pistas centrais, na altura de Osasco.
Novas concessões
O Governo pretende conceder para iniciativa privada mais cinco lotes de rodovias, composto por trechos dos corredores Ayrton Senna/Carvalho Pinto, Dom Pedro I, Marechal Rondon (lotes Leste e Oeste) e Raposo Tavares (trechos que passam por Ourinhos, Presidente Epitácio, Bauru e Santa Cruz do Rio Pardo).
Os cinco lotes totalizam 1.763 quilômetros de malha, e vão receber investimentos de R$8 bilhões. Eles serão concedidos por 30 anos, mas a cobrança de pedágio só será autorizada após a execução de todas as obras de recuperação de pavimento, sinalização, instalação de equipamentos de monitoração e construção de pistas adicionais. A previsão é de que as concessionárias vencedoras construam 660 km de novos trechos ou faixas adicionais, além de 274 km de marginais, 279 km de acostamentos, 83 passarelas e 221 trevos.
Versão resumida de matéria publicada no Diário da Região em 25/09/08. Leia na íntegra: http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=26214&search=pedágio%20guilherme%20lisboa
Guilherme Lisboa
Desde março, motoristas de Osasco têm acompanhado com ansiedade a resposta do Governo do Estado sobre o projeto que prevê a extensão da cobrança de pedágio na rodovia Castelo Branco para o município. Após sete meses em análise, o projeto foi deixado de lado pela Secretaria Estadual de Transportes, que atualmente tem como prioridade o plano de concessão de novos lotes rodoviários à iniciativa privada.
Segundo a Artesp (Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo), órgão vinculado à Secretaria, enquanto não for concluída a nova rodada de concessões o projeto deve continuar fora da pauta de trabalho do Governo, tanto sobre a cobrança da tarifa quanto sobre a execução das obras no Cebolão.
A projeto é uma proposta conjunta entre a Artesp e a ViaOeste, concessionária das rodovias Castelo Branco e Raposo Tavares. Hoje, os motoristas pagam pedágio de R$ 5,60 ao passar pelas marginais da Castelo que ligam a Capital à Alphaville, e têm praças de cobrança em Osasco (sentido Interior) e em Barueri (sentido Capital). Com a aprovação da extensão da cobrança, serão instaladas cabines também nas pistas centrais, na altura de Osasco.
Novas concessões
O Governo pretende conceder para iniciativa privada mais cinco lotes de rodovias, composto por trechos dos corredores Ayrton Senna/Carvalho Pinto, Dom Pedro I, Marechal Rondon (lotes Leste e Oeste) e Raposo Tavares (trechos que passam por Ourinhos, Presidente Epitácio, Bauru e Santa Cruz do Rio Pardo).
Os cinco lotes totalizam 1.763 quilômetros de malha, e vão receber investimentos de R$8 bilhões. Eles serão concedidos por 30 anos, mas a cobrança de pedágio só será autorizada após a execução de todas as obras de recuperação de pavimento, sinalização, instalação de equipamentos de monitoração e construção de pistas adicionais. A previsão é de que as concessionárias vencedoras construam 660 km de novos trechos ou faixas adicionais, além de 274 km de marginais, 279 km de acostamentos, 83 passarelas e 221 trevos.
Versão resumida de matéria publicada no Diário da Região em 25/09/08. Leia na íntegra: http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=26214&search=pedágio%20guilherme%20lisboa
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terça-feira, 22 de julho de 2008
Começa construção do pedágio no Rodoanel
Foto: Edson DárioCobrança inicia dia 1º de dezembro, e já com reajuste. Serão 95 cabines em todas as entradas e saídas da rodovia
Guilherme Lisboa
A Concessionária RodoAnel, empresa vencedora do leilão do trecho Oeste do Rodoanel Mário Covas, iniciou a construção das praças de pedágio na rodovia. Ao todo, serão instaladas 95 cabines de cobrança, totalizando treze praças de pedágio que vão abranger todos os acessos do trecho, inclusive o trevo do Jardim Padroeira, em Osasco. As outras praças vão ser instaladas nas entradas e saídas das rodovias Raposo Tavares, Castelo Branco, Anhangüera, Régis Bittencourt, Bandeirantes, e na futura conexão com o trecho Sul do Rodoanel, que ainda está sendo construído.
As obras para a construção das cabines de pedágio foram iniciadas há duas semanas, e por enquanto estão em fase de terraplanagem, que é a limpeza e nivelação do terreno. Após essa primeira etapa, serão feitas obras de estruturação para implantação das praças.
O prazo máximo para a conclusão da instalação de todas as cabines é dia primeiro de dezembro, dia em que começa a cobrança do pedágio. O valor foi definido durante a privatização da rodovia, que teve como vencedora a Concessionária RodoAnel, que apresentou a menor tarifa entre os concorrentes, de R$ 1,17.
O contrato firmado com a empresa, prevê a concessão do trecho Oeste do Rodoanel por trinta anos, e possui uma cláusula sobre o reajuste da tarifa a ser cobrada, o que já era previsto no edital da licitação.
Com isso, quando começar a funcionar o pedágio, o valor apresentado pela vencedora durante a concorrência, já virá com reajuste. O cálculo será feito com base no acumulado de maio do ano passado a junho deste ano do indexador IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que foi de 5,39%, o que deve aumentar o pedágio para R$ 1,23.
Versão resumida de matéria publicada no Diário da Região em 22/07/08. Leia na íntegra: http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=24839&search=pedágio%20guilherme%20lisboa
Guilherme Lisboa
A Concessionária RodoAnel, empresa vencedora do leilão do trecho Oeste do Rodoanel Mário Covas, iniciou a construção das praças de pedágio na rodovia. Ao todo, serão instaladas 95 cabines de cobrança, totalizando treze praças de pedágio que vão abranger todos os acessos do trecho, inclusive o trevo do Jardim Padroeira, em Osasco. As outras praças vão ser instaladas nas entradas e saídas das rodovias Raposo Tavares, Castelo Branco, Anhangüera, Régis Bittencourt, Bandeirantes, e na futura conexão com o trecho Sul do Rodoanel, que ainda está sendo construído.
As obras para a construção das cabines de pedágio foram iniciadas há duas semanas, e por enquanto estão em fase de terraplanagem, que é a limpeza e nivelação do terreno. Após essa primeira etapa, serão feitas obras de estruturação para implantação das praças.
O prazo máximo para a conclusão da instalação de todas as cabines é dia primeiro de dezembro, dia em que começa a cobrança do pedágio. O valor foi definido durante a privatização da rodovia, que teve como vencedora a Concessionária RodoAnel, que apresentou a menor tarifa entre os concorrentes, de R$ 1,17.
O contrato firmado com a empresa, prevê a concessão do trecho Oeste do Rodoanel por trinta anos, e possui uma cláusula sobre o reajuste da tarifa a ser cobrada, o que já era previsto no edital da licitação.
Com isso, quando começar a funcionar o pedágio, o valor apresentado pela vencedora durante a concorrência, já virá com reajuste. O cálculo será feito com base no acumulado de maio do ano passado a junho deste ano do indexador IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que foi de 5,39%, o que deve aumentar o pedágio para R$ 1,23.
Versão resumida de matéria publicada no Diário da Região em 22/07/08. Leia na íntegra: http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=24839&search=pedágio%20guilherme%20lisboa
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sexta-feira, 9 de maio de 2008
Recurso adia pedágios no Rodoanel para novembro
Guilherme Lisboa
Dois meses após ter vencido o leilão do trecho Oeste do Rodoanel, oferecendo a menor proposta de pedágio, e 30 dias depois da publicação oficial do resultado da licitação, o Consórcio Integração Oeste ainda não assinou o contrato de concessão do anel viário.
O principal entrave para a concretização do negócio foi um recurso, apresentado pelo Consórcio Metropolitano, segundo colocado na disputa, contestando o resultado. O processo só foi concluído anteontem, quando o Conselho Diretor da Artesp (Agência Reguladora dos Transportes de São Paulo) indeferiu o recurso administrativo apresentado pela empresa, em resolução publicada no Diário Oficial.
A deliberação ratificou a vitória do Consórcio Integração Oeste, cuja principal acionária é a empresa CCR (Companhia de Concessão Rodoviária, também dona das concessionárias Viaoeste e Autoban). Com isso, a Artesp também publicou no Diário Oficial, na edição de ontem, resolução determinando um prazo de 30 dias para que o contrato seja assinado. Segundo a CCR, ainda não há data definida para a assinatura.
Versão resumida de matéria publicada no Diário da Região em 09/05/08. Leia na íntegra: http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=23545&search=pedágio%20guilherme%20lisboa
Dois meses após ter vencido o leilão do trecho Oeste do Rodoanel, oferecendo a menor proposta de pedágio, e 30 dias depois da publicação oficial do resultado da licitação, o Consórcio Integração Oeste ainda não assinou o contrato de concessão do anel viário.
O principal entrave para a concretização do negócio foi um recurso, apresentado pelo Consórcio Metropolitano, segundo colocado na disputa, contestando o resultado. O processo só foi concluído anteontem, quando o Conselho Diretor da Artesp (Agência Reguladora dos Transportes de São Paulo) indeferiu o recurso administrativo apresentado pela empresa, em resolução publicada no Diário Oficial.
A deliberação ratificou a vitória do Consórcio Integração Oeste, cuja principal acionária é a empresa CCR (Companhia de Concessão Rodoviária, também dona das concessionárias Viaoeste e Autoban). Com isso, a Artesp também publicou no Diário Oficial, na edição de ontem, resolução determinando um prazo de 30 dias para que o contrato seja assinado. Segundo a CCR, ainda não há data definida para a assinatura.
Versão resumida de matéria publicada no Diário da Região em 09/05/08. Leia na íntegra: http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=23545&search=pedágio%20guilherme%20lisboa
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